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terça-feira, dezembro 09, 2003

Apre, gaitinha!

O RAP está de volta, a provar que a paternidade não é o aspirador de tempo, disponibilidade e imaginação que todos imaginávamos - é muito pior. Refeito que está do choque, o fedorento-mor volta à carga com um genial dissertação sobre um dos mais conceituados poetas contemporâneos portugueses, a par de Miguel Ângelo, claro, António Manuel Ribeiro.

Desde que as bombocas de morango voltaram a ser comercializadas que um regresso não era tão aplaudido.

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