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quinta-feira, fevereiro 19, 2004

Vaidade à discrição para a mesa do canto.

Em noite de labuta, decido fazer uma visita ao japonês cá da rua (não ao septuagenário, mas ao restaurante), à procura de inspiração no fundo de uma taça de sakê. Entre um maki e outro, pareço reconhecer uma silhueta conhecida. Infelizmente, era mesmo verdade.

Sei lá, é que não há coincidências. Partilhei o mesmo espaço físico com a Nobel das banalidades, Guida Pinto ou, se lhe quisermos atribuir uma outra importânica, Margarida Rebelo Pinto. A alma de pássaro trincou um ou outro sashimi, riu moderadamente e fez pose durante pouco mais de uma hora. Depois, estendeu-se a passadeira vermelha e a estrela (de)cadente desfilou porta fora.

É curioso como a mim os pavões sempre me pareceram galinhas com problemas de identidade.

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