A pontuar desde 2003.

quarta-feira, maio 12, 2004

Ida à madrinha.

Concebido no pico da emancipação feminina e no auge das revoltas estudantis (ou um pouco mais tarde, enfim), não só não sou baptizado como nunca tive uma relação formal com a instituição cristã. Para imensa pena minha, passei toda uma infância sem conhecer esse baluarte do sonho consumista de qualquer criança: a madrinha.

No entanto, cedo percebi que a proverbial "ida à madrinha" se repetiria em várias ocasiões ao longo da vida, o que me levou a guardar no armário uma ou duas camisas e umas calças menos coçadas. Hoje, o Ponto e Vírgula foi à madrinha e voltou vestido assim. Esperamos que gostem. A madrinha aprovou.

|