A pontuar desde 2003.

terça-feira, junho 01, 2004

A teoria da relativização.

De tantas coisas que gosto na minha profissão, a que me dá mais prazer é, sem sombra de dúvida, o momento em que surge uma ideia. Reconhecêmo-lo de imediato: as pupilas dilatam, a imensidão de informação que nos cruza o cérebro parece dissipar-se e, qual D. Sebastião por entre a bruma, surge, una e muitíssimo definida, a ideia. Estes milésimos de segundo de puro rejubilo premeiam, por vezes, horas e horas de esforço aparentemente inglório. E fazem todo o tempo parecer valer a pena.

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