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quarta-feira, junho 30, 2004

Todas as cartas de amor são ridículas.

Desde cedo aprendi que, para bem escrever, há que ler, avidamente, sorver a tinta que ensopa as páginas até à última gota, há que amar os livros e respeitá-los, confiando no retorno dessa dedicação desinteressada e, por isso, tão genuína.
Agora que o meu irmão mais novo dá os primeiros passos nas aventuras das letras, repito o conselho, mecanicamente, como só o conhecimento geracional permite. E espero que um dia o movimento perpétuo permita que esse conselho seja carinhosamente transportado para quem, como os livros, o mereça.

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