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quarta-feira, agosto 04, 2004

Primeiro Santana, agora Carmona.

O processo democrático é-me familiar: o país, as autarquias, o parlamento europeu vêem os seus governantes eleitos por uma maioria. Agora, desde quando é que a norma passou a ser termos governantes escolhidos por ninguém? Se não confio nem acredito naqueles que foram escolhidos por outros, como é que posso acreditar naqueles em que ninguém votou? Ora aqui está uma coisa em que vale a pena pensar, a par do verdadeiro conteúdo do recheio das salsichas frescas.

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